Implementamos IA na sua operação. Do jeito certo desde o começo.

Segurança, governança e controle são o que permite a IA sair de um caso isolado e virar operação. Por isso vêm no começo. A DigitalOPS trabalha com empresas que não podem errar com o próprio dado.

O caminho a gente monta junto. Se preferir, fale no WhatsApp.

Para quem
Empresas que precisam de implementar IA em suas operações e/ou precisam implementar governança nos agentes existentes
Base Sólida
Os agentes entram em produção com governança, arquitetura, segurança e observabilidade
O que pode ser feito com IA
Agentes para automação de processos, platformas agênticas, bases de conhecimentos.
Prefere uma solução pontual?
Desenvolvemos soluções baseadas em IA para resolver a sua dor .Ver soluções pontuais →

Onde a sua empresa está hoje?

Toda conversa começa em um destes pontos. Nenhum deles é cedo demais, nem tarde demais.

  • “Queremos usar IA, mas não sabemos por onde começar.”

    Existe pressão para fazer alguma coisa e nenhuma clareza sobre o quê. O risco não é começar errado. É começar por cinco lugares ao mesmo tempo, sem ninguém coordenando.

  • “O piloto funcionou, mas não conseguimos escalar.”

    O caso de uso deu certo e ficou sozinho. Quase nunca é limite de tecnologia: falta o que sustenta o segundo, o terceiro e o décimo.

  • “A tecnologia virou barreira.”

    Ambiente fechado, integrações que não existem, TI sobrecarregada. Toda ideia entra na mesma fila, e o que não entra na fila acaba entrando pela sombra.

  • “Nosso dado é sensível demais para arriscar.”

    Dado pessoal, informação de cliente, informação patrimonial ou regulada. A pergunta que importa é sob quais controles a IA toca esse dado.

  • “Não confiamos no que a IA produz.”

    Sem critério de avaliação, sem supervisão definida e sem rastro do que foi gerado, ninguém quer assinar embaixo da decisão. E está certo.

  • “Sabemos o que precisamos, só queremos acelerar.”

    A direção está clara e falta mão qualificada. Nesse caso você provavelmente não precisa de um projeto estruturante.

    Vá direto para as soluções pontuais →

Como trabalhamos.

Quatro princípios. Valem para um projeto estruturante e para um agente isolado.

Entender antes de propor.
Nenhuma recomendação sai antes de entendermos a sua operação, as suas restrições e o que você já tentou. O diagnóstico é o mínimo para não desperdiçar o seu dinheiro, e não uma fase que vendemos à parte.
Começar pequeno. E certo.
Pequeno porque valor cedo compra a confiança que o resto do caminho exige. Certo porque governança, segurança e boas práticas entram já no primeiro caso de uso, não depois. É a diferença entre um piloto que vira operação e um piloto que vira lembrança.
Entregar resultado, não relatório.
Cada ciclo termina em coisa funcionando, demonstrada para quem vai usar. Documento é meio. O critério é a operação rodando diferente de como rodava antes.
Empoderar sem criar dependência.
Capacitamos o seu time para construir os próprios agentes e automações. Se ao final a sua empresa depender menos de nós do que dependia no começo, o trabalho foi bem feito.

O que fica na sua empresa.

A composição varia com o seu contexto. Estes são os tipos de entrega mais frequentes.

Casos de uso em produção

Os ativos de IA que passam a operar dentro da sua empresa, priorizados, construídos e entregues rodando. É onde todo o resto desta lista vira resultado.

  • Agentes
  • Sistemas
  • Skills
  • Base de conhecimento
  • Governança de IA

    Papéis, comitê, inventário de sistemas e classificação por nível de risco. Quem decide o quê, e sob qual critério.

  • Plano de tecnologia

    O que precisa ser construído ou ajustado na TI para que a IA seja federada, em vez de espalhada.

  • Mapa de oportunidades

    Onde a IA vale a pena em cada processo, com valor potencial e complexidade, para a priorização deixar de ser disputa interna.

  • Métricas e observabilidade

    Custo por caso de uso, economia gerada e adoção real. Sem isso não há como defender o orçamento do ciclo seguinte.

  • Gestão de risco e resposta a incidentes

    O que fazer quando algo der errado, e quem faz.

  • Capacitação e cultura

    Trilhas por nível de maturidade, catálogo de componentes aprovados e ambiente seguro para as equipes experimentarem.

Não quer um projeto estruturante?

Se o que você precisa agora é um agente específico, um processo automatizado ou uma aplicação desenvolvida, isso é contratado direto, sem passar por consultoria.

As frentes que costumam entrar.

São as mais comuns. A combinação e o peso de cada uma são montados a cada projeto.

Consultoria estratégica e fundação
Governança, arquitetura, preparação da TI, estratégia de dados e mapeamento de oportunidades. Sua empresa pronta para escalar IA, com o que precisa ser feito e em que ordem.
Implementação de agentes e automações
Desenvolvimento iterativo do que foi priorizado, dos ganhos rápidos às aplicações estruturantes. IA implementada na sua operação.
Treinamento, cultura e capacitação
Habilitar as pessoas a usarem IA e a criarem seus próprios agentes e automações, com trilhas por nível de maturidade e ambiente seguro de experimentação. É seu time com autonomia, não dependente de nós.
Gestão da mudança
O lado humano da adoção. Comunicação do porquê, envolvimento das lideranças, identificação de multiplicadores internos e acompanhamento da adoção efetiva.
Cadeira consultiva
Participação recorrente no comitê, com leitura de mercado, tendências e direcionamento de IA. Orientação sobre o rumo, não execução. É você preparado para o futuro, não nós entregando o futuro pronto.

Quem faz o trabalho.

Para cada projeto compomos o time com a senioridade e as especialidades que o problema exige.

  • Fábio Prando

    Transformação digital

    Liga a estratégia de IA ao resultado: em que ordem investir, o que cada frente precisa devolver e quem responde pelo retorno. É o perfil que senta com conselho e diretoria quando a decisão é de portfólio, não de tecnologia.

    Experiência
    Mais de 20 anos como executivo de tecnologia, dados e IA, com responsabilidade direta por P&L. Criou do zero quatro práticas digitais (governança de dados, analytics avançado, transformação digital e IA generativa com agentes autônomos) e liderou times de até 150 profissionais em estruturas matriciais e multipaís. Integrou o grupo de trabalho internacional que escreveu o DMBoK, a referência de gestão de dados, e lecionou tecnologias emergentes na FGV e na Trevisan.
    Setores
    Agronegócio, bens de consumo, utilities, saúde, farmacêutico, automotivo e manufatura.
  • Matheus Drobina

    Transformação operacional

    Faz a IA virar rotina: papel definido, SLA, indicador e cadência de acompanhamento. É o perfil que impede o piloto de morrer bonito na demonstração e não aparecer na operação do mês seguinte.

    Experiência
    Vinte e cinco anos construindo e liderando times de implantação, suporte e customer success em tecnologia B2B SaaS, com certificação PMP ativa. Estruturou um programa de IA generativa aplicada à operação que devolveu mais de 300 horas por mês em produtividade, e administrou portfólio de mais de 70 projetos simultâneos com reporte executivo a comitê e conselho.
    Setores
    Instituições financeiras, varejo e shopping centers, energia, educação e tecnologia B2B.
  • Adolfo Pacheco

    Arquiteto de soluções

    Desenha o sistema que sustenta a IA em produção e moderniza o legado que ela precisa acessar. É o perfil que responde quando a pergunta é como isso aguenta carga, integra com o que já existe e sobrevive a uma auditoria.

    Experiência
    Mais de 20 anos em arquiteturas distribuídas e cloud, com liderança técnica em plataforma de meios de pagamento: autorizador de transações de cartão, autenticação 3DS2 e ecossistema de webhooks sobre Kafka. Especialista em modernização de legado, migração de monólito para microsserviços e arquitetura orientada a eventos, sob normas do Banco Central e da LGPD. Perfil mão na massa: escreve código, revisa o dos outros e define o padrão.
    Setores
    Meios de pagamento, banco digital, seguros, crédito, varejo, farmacêutico e defesa.
  • Fernando Novaes

    Marketing digital

    Faz o que foi construído chegar ao mercado: posicionamento, presença digital e geração de demanda B2B. É o perfil que entra quando a capacidade nova precisa virar oportunidade comercial, e não só anúncio interno.

    Experiência
    Mais de 18 anos em marketing estratégico, branding e geração de demanda, com extensão em marketing digital pela ESPM e certificação internacional pelo Digital Marketing Institute. Estruturou áreas de marketing do zero e conduziu a adoção de IA aplicada a conteúdo, campanha e produtividade, incluindo programa de mentoria interna e treinamento de equipes multidisciplinares.
    Setores
    Tecnologia, consultoria, cibersegurança, e-commerce, mídia digital e live marketing.

O que perguntam antes de fechar.

Preciso contratar um projeto grande para começar?

Não. Começar pequeno é princípio nosso, não concessão. E se o que você precisa é um serviço pontual (um agente, uma automação, uma aplicação), isso é contratado direto, sem passar por consultoria.

Por que não tem preço no site?

Porque o valor depende do time. Para cada projeto compomos a equipe com a senioridade e as especialidades que o problema exige, e isso só fica claro depois da primeira conversa. Preço de tabela seria caro para quem precisa de pouco e raso para quem precisa de muito.

Vocês substituem o meu time de TI?

O contrário. O ganho vem de potencializar quem já está lá. A frente de capacitação existe justamente para o seu time criar os próprios agentes sem depender de nós.

Como sei que a IA não vai vazar dado ou inventar resposta?

Controle de acesso, classificação de risco por sistema, critérios de avaliação do que é gerado e supervisão humana obrigatória em decisão crítica. A arquitetura recomendada é discutida com a sua área de segurança antes de qualquer implantação.

Quanto tempo até ver resultado?

Ganhos rápidos são priorizados justamente para haver valor visível nas primeiras semanas. O retorno estrutural amadurece ao longo do trabalho e depois dele. Não prometemos número que não podemos sustentar.

Vocês têm cases para mostrar?

A DigitalOPS é uma empresa nova e ainda não tem cases publicados. No lugar disso está o método, aberto nesta página, e o perfil dos consultores que fazem o trabalho. Quando houver caso publicável, ele estará aqui, com autorização do cliente.

Atendem empresas de qualquer porte?

A consultoria foi desenhada para empresas com estrutura de TI própria e dado sensível em jogo, normalmente de médio e grande porte. As soluções pontuais não têm essa restrição.

Precisamos trocar os sistemas que já usamos?

Não. A premissa é integrar o que já existe. Trocar sistema é decisão sua, e só recomendamos quando a integração custa mais que a troca.

Conte seus objetivos.

Uma conversa para entender onde a sua empresa está, o que já tentou e o que está travando. Se o caminho certo não passar por nós, dizemos isso na própria conversa.